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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Bar do Caçapa

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As coisa acontece, os fato se passa, mas ninguém se toca,
Ninguém se apercebe, num bota sentido
E esse boteco abarrota !

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Magina que o Néca, foi daqui com uns pobrema, de ingerir carne assada,
Tá com azia, gastura, arrilia nos dente
E as ideia, completamente abalada.

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Falemos pra Glória, que tá ficando com ele, ela tá arrasada,
Diz que uns dias pra cá o Néca na cama, coitado,
Também num dá nada.

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Mas o culpado é o Caçapa, que num faz sepicía, jamais neste bar,
É ratazana, é mosquito, percevejo, barata,
Urubu vai baixar.

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Afora os micróbio, que a gente num enxerga mas sabe que existe,
Ninguém lava as mão, a cozinha é um lixão,
"W C", que fedô, coisa triste!

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Mas Caçapa faz graça, diz que certas doença, são coisas da vida:
-"Vaca veia a palito, muitas vez num combina
Com certas bebida..."

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Mas num falaram pra ele que as questã de saúde
Costuma dá cana,
A fofoca tem asa, eles fecham esse bar
E nóis, ó! , que se dana.

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Pe-la-môr-de-Deus, Caçapa, faz faxina semanária
Que eu trago sabão, aguarrás, creolina
E a água SOLITÁRIA ...

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JC, 29/12/99
Letra: josé do carmo
Música: roberto souza
Performance: roberto souza


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